quarta-feira, 7 de outubro de 2009

MÁRCIA KRIEGER, MAIS UMA GUERREIRA NO GRUPO


Assim que entrei pro “Boca de Siri”, de imediato reconheci Marcia Krieger do “Jardim das Delícias”: Espetáculo do Grupo Teatro Armação em 2008, com texto e direção de Sulanger Bavaresco. Márcia interpretou Adelina, esposa de Antônio (Sérgio Bellozupko) que vivia em seu luto constante, sufocada pela dor da ausência, pela presença incômoda de Antônio, que simbolizava, em alguns momentos, a presença-ausência de Pedro (Egon Seidler).
Márcia é feminino de Márcio. Do latim "Marcius" significando "que pertence a Marte; marcial, guerreira".

“Marte era o deus romano da guerra, equivalente ao grego Ares. Filho de Juno e de Júpiter, era considerado o deus da guerra sangrenta, ao contrário de sua irmã Minerva, que representa a guerra justa e diplomática. Os dois irmãos tinham uma rixa, que acabou culminando no frente-a-frente de ambos, junto das muralhas de Tróia, cada um dos quais defendendo um dos exércitos. Marte, protector dos troianos, acabou derrotado. Marte, apesar de bárbaro e cruel, tinha o amor da deusa Vênus, e com ela teve um filho, Cupido e uma filha mortal, Harmonia. Na verdade tratava-se de uma relação adúltera, uma vez que a deusa era esposa de Vulcano, que arranjou um estratagema para os descobrir e prender numa rede enquanto estavam juntos na cama.
O povo romano considerava-se descendente daquele deus porque Rómulo era filho de Reia Sílvia ou Ília, princesa de Alba Longa, e Marte. O planeta Marte provavelmente recebeu este nome devido à sua cor vermelha.”

Homenageio você “Marcinha” com a poesia “Mulher Guerreira” de Nancy Cobo:

“Mulher amiga, amante, mãe
mulher que inicia seu dia trabalhando
e termina, amando...
mulher que protege, luta briga e chora
e que nunca deixa o cansaço
tirar o seu sorriso, sua força, a esperança
que está sempre pronta a amar, e proteger a sua prole
sua vida, o seu amor
mesmo que esteja chorando por dentro
no seu olhar está sempre presente
a força de lutar por tudo o que quer

mesmo cansada
está sempre pronta para seguir em frente
e quando cai, se levanta tirando de sua queda
uma grande lição
aprendendo então, a passar por cima das armadilhas da vida

mulher guerreira que se torna
forte e frágil ao mesmo tempo
que busca dentro de seu interior a força
que chora para poder se fortalecer
através das lágrimas que rolam
que se levanta para poder
levantar a quem está em sua volta
precisando de uma palavra de carinho
de esperança, de amor...

essa é a mulher guerreira
que se faz de forte
mas ao mesmo tempo é tão frágil
como um cristal...
mas que não se deixa quebrar tão facilmente”.

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